<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368207649870240529</id><updated>2012-01-08T13:33:55.125-08:00</updated><title type='text'>Torta Banha</title><subtitle type='html'>Tentando sempre encontrar o encaixe certo das palavras...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tortabanha.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tortabanha.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Vinicius Lacerda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05029861405292145108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_kVuBRTKXkmA/R6moGbm7-wI/AAAAAAAAABk/82GQ8MhLLsM/S220/vinny09.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368207649870240529.post-3974327941900452278</id><published>2011-01-27T17:05:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T05:30:06.243-08:00</updated><title type='text'>Os gêmeos</title><content type='html'>Marcus estava deitado na cadeira de sua avó materna quando pensou sobre o que faria quando não pudesse mais contar com as pessoas que sempre o apoiavam, tinha medo de não conseguir resolver seus problemas sozinho. Por instantes, teve consideração por sua família que sempre o deixou se defender por seus erros, especialmente por sua avó que o levava para passear e lhe dava dinheiro escondido. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O momento de reflexão acabou quando de súbito sua irmã entrou no quarto e lhe disse:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Que está fazendo aqui quieto? Vamos jantar agora, desça antes que mamãe fique nervosa. - A preocupação da irmã com a falsa moralidade da mãe impregnava todas suas sentenças, e isso irritava Marcus. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Estou indo. - respondeu secamente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas Amélia, a impaciente irmã, não moveu sequer o olhar que o fitava com reprovação. Ela o esperava com os braços cruzados, como se se fosse um agente carcerário. A irmã era o paradoxo da vida de Marcus. Ele sentia que devia amá-la em respeito a linda infância que desfrutaram junto e ao mesmo tempo a odiava pela pessoa mesquinha e fraca em frente aos próprios desejos que havia se tornado. Não conseguia suportar o fato de não conseguir mais achar o lindo sorriso de felicidade no rosto dela. Ela mudara, ele também. Mas ele acreditava que ela havia se tornado uma pessoa sem sonhos próprios, alguém que almejava o nada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Irritado, Marcus repetiu as mesmas palavras. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Qualquer pessoa naquele momento entenderia que Marcus gostaria de ficar sozinho. Mas Amélia, a irmã que tinha tomava as vontades da mãe para si, não entendeu ou optou por não demonstrar entendimento. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um suspiro pesado e demorado saiu da boca de Amélia. Foi neste momento que Marcus levantou subitamente da cama da avó e partiu em direção de Amélia e a empurou duas vezes. Mas ela não saiu do quarto. Empurrou-a pela terceira vez, mas ela resistiu. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os dois pararam de se mexer. Os olhos se fitavam com raiva. Era claro ambos nutriam um um ódio recíproco e Amélia fazia questão de deixar isso claro com suas insistência por saber que chateavam o irmão, que estava de férias da faculdade. Por outro lado, Marcus apenas sentia pena da irmã, que não sabia viver senão debaixo das vontades da mãe e decidira não ir para faculdade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Marcus a beijou no rosto. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amélia passou a mão no rosto. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E depois disso ambos desceram um atrás do outro pela enorme escada que fica logo à direita da porta do quarto da avó. A mesma escada que os dois costumavam brincar quando crianças e agora eram o cenário envolvido pelo ódio. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Marcus tropeçou. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amélia não tentou segurá-lo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4368207649870240529-3974327941900452278?l=tortabanha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tortabanha.blogspot.com/feeds/3974327941900452278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4368207649870240529&amp;postID=3974327941900452278' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/3974327941900452278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/3974327941900452278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tortabanha.blogspot.com/2011/01/os-gemeos.html' title='Os gêmeos'/><author><name>Vinicius Lacerda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05029861405292145108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_kVuBRTKXkmA/R6moGbm7-wI/AAAAAAAAABk/82GQ8MhLLsM/S220/vinny09.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368207649870240529.post-5962983536117841119</id><published>2008-08-01T16:35:00.000-07:00</published><updated>2008-08-01T16:47:51.013-07:00</updated><title type='text'>Do outro lado de cá</title><content type='html'>Como era a vida vista de fora?&lt;br /&gt;Ele não sabia pois vivia imbricado em sua  interioridade. Essa o levava  a crer que sua vida valia mais que qualquer suspiro.&lt;br /&gt;Tão fraco  e exposto,  mal sabia como era mal visto pelo fora.&lt;br /&gt;Usava do desejo  para ser algo novo, brincava com as  palavras para não ficar só e fazia sempre o mesmo trajeto para buscar o que  foi perdido. Nada aprendia, só respirava.&lt;br /&gt;Achava que enxergava mas  so driblava seus sonhos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4368207649870240529-5962983536117841119?l=tortabanha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tortabanha.blogspot.com/feeds/5962983536117841119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4368207649870240529&amp;postID=5962983536117841119' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/5962983536117841119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/5962983536117841119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tortabanha.blogspot.com/2008/08/do-outro-lado-de-c.html' title='Do outro lado de cá'/><author><name>Vinicius Lacerda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05029861405292145108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_kVuBRTKXkmA/R6moGbm7-wI/AAAAAAAAABk/82GQ8MhLLsM/S220/vinny09.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368207649870240529.post-8466078550079039883</id><published>2008-04-07T21:00:00.000-07:00</published><updated>2008-04-07T21:05:14.516-07:00</updated><title type='text'>Apenas uma conversa</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Foi um suspiro que deu início aquela noite sem fim. As palavras começaram meio que sem interresse, sendo o corriqueiro o principal ator naquele momento. Eram duas pessoas normais que conversavam de seus problemas. E seus problemas eram aquilo que as aproximava. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A pauta era óbvia: relacionamentos. Com pouca idade e muitos sonhos, esse tema acaba por permear sempre inúmeras conversas. É uma fala o que se acha, e um que senti o que não viveu. Mas é bom, em meio as pérolas, sempre tem uma que brilha. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Foram horas que se passaram, e as mais diferentes visões sobre um mesmo fato emergiram como se fossem resoluções únicas e inéditas. A conversam fluía de forma agradável e com uma espontaneidade harmônica. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Passadas cinco horas, ficou claro que deveriam descansar. A sobriedade já havia os deixado há muito tempo e a empolgação era inversa à necessidade acordar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Estavam sorrindo. Eles não haviam resolvido nenhum de seus problemas, mas estavam mais leves, pois o compartilhamento do inatingível gera sempre uma amenização da frustração. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Conversaram sobre desejos toda a noite, mesmo sem saber disso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;_Boa noite! Foi muito bom conversar com você. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;_Boa dia! Durma bem.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4368207649870240529-8466078550079039883?l=tortabanha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tortabanha.blogspot.com/feeds/8466078550079039883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4368207649870240529&amp;postID=8466078550079039883' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/8466078550079039883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/8466078550079039883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tortabanha.blogspot.com/2008/04/apenas-uma-conversa.html' title='Apenas uma conversa'/><author><name>Vinicius Lacerda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05029861405292145108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_kVuBRTKXkmA/R6moGbm7-wI/AAAAAAAAABk/82GQ8MhLLsM/S220/vinny09.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368207649870240529.post-2091262709137469395</id><published>2008-03-26T11:49:00.000-07:00</published><updated>2008-03-26T14:03:26.331-07:00</updated><title type='text'>Pequeno longo caminho</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;    Era  devagar o modo que caminhava e seus olhos fitavam o chão sujo e impregnado  com toda sua tristeza. O jovem voltava de um incidente causado por sua  falta de malícia e astúcia. Este fato positivista figurava com clareza  em sua mente, o que lhe causava ainda maior vontade de esquecer o inesquecível. &lt;/span&gt; &lt;p align="justify"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;_Nossa!  Não tinha percebido. Mas eu quero mesmo é sua amizade. Você sabe  que te adoro, né?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;E  a imagem projetada de alguém que nunca existiu escorreu tão rápida  como as lágrimas em seu esguio e pálido rosto. Depois disto, preferiu  retirar-se com prontas e educadas palavras e lutou contra todo seu organismo  para não cair de joelhos e encenar alguma cena romântica de qualidade  duvidosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Ao  virar-se pensou em olhar pela última vez nos olhos, nunca tentativa  quase insana de achar um tesouro que de tão raro não existia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Já  no seu caminho de volta e com a emoção já mais calma, as lágrimas  solitárias e lentas surgiam e caíam em seu rosto que já estava vermelho  e seu pensamento desconexo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Se  fosse pertinente acusar um vilão esse seria o pensamento. Foi ele que  criou situações tão claras que se tornaram reais. Foi esta realidade  que deu força para o suposto ato de libertação. Pobre rapaz, a verdade  no amor só funciona positivamente em histórias escritas, já dizia  alguém que vivia de ócio televisivo. De tanto sonhar começou a amar  e por achar que amava, resolveu abdicar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Sem  saber realmente o que poderia fazer para livrar-se do incômodo de estar  sofrendo, encheu sua mente de um turbilhão de idéias que buscavam,  incessantemente, palavras ou atos que pudessem reverter a situação.  Ele indagava-se sobre a possibilidade da existência das palavras corretas.  Essas seriam aquelas que se ditas num momento preciso, com a entonação  adequada e no lugar conspícuo fariam com que a pessoa sentir-se o que  você almeja dela. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;E  mais uma vez ele tornava-se vítima de seu assimétrico pensamento e  as imagens que esse elaborava.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Assim  seguia o moço pela calçada que não estava mais tão escura apesar  de seus passos ainda lhe causarem dor. Algumas vezes, também, os contornos  arquitetônicos da rua se alteravam. Obviamente ele achava aquilo estranho,  mas não concedeu a importância devida, pois não tinha concentração  suficiente para nutrir tal sensação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Ao  chegar a casa foi direto para seu quarto e resolveu descansar. Já estava  convencendo-se de que tinha sido benéfico o vaporoso termino. Mesmo  com o coração acelerado e regando uma plantinha de amargura que já  se misturava com um pouco de ódio, viu que poderia encontrar outra  pessoa daqui um tempo. Engraçado como, hoje em dia, a catequização  deste sentimento selvagem começa logo depois de alguns quarteirões. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4368207649870240529-2091262709137469395?l=tortabanha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tortabanha.blogspot.com/feeds/2091262709137469395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4368207649870240529&amp;postID=2091262709137469395' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/2091262709137469395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/2091262709137469395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tortabanha.blogspot.com/2008/03/pequenho-longo-caminho.html' title='Pequeno longo caminho'/><author><name>Vinicius Lacerda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05029861405292145108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_kVuBRTKXkmA/R6moGbm7-wI/AAAAAAAAABk/82GQ8MhLLsM/S220/vinny09.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368207649870240529.post-417947911542150659</id><published>2008-03-11T21:00:00.000-07:00</published><updated>2008-03-11T21:44:30.312-07:00</updated><title type='text'>Lá em Itapoã</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;        Era uma moço sútil, com olhar ameno de tristeza e um andar calmo que inspirava uma segurança desestruturada. O lugar era Itapoã, onde sempre fazia um sol à tarde, um sol gostoso que deixava a pele a vontade. As pessoas transitavam na avenida como se transitassem por meio dele, como se todos aqueles lhe fossem raros e conseguissem passar o olho em sua alma expostas pelo sol amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Na verdade estava indo banhar-se, refrescar todo aquela rotina que impregnava seu corpo como um poluente que não combinava com nenhum elemento da tabela períodica. E ao chegar, o êxtase de contemplar a imensidão do mar. Parece sempre a primeira vez: ele chega, encosta, vira-se para encarar o mar azul e movendo-se como uma estátua via todos seus amores passarem por ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Esses amores são carregados: uns mais leves que necessitavam de mão-de-obra menos complexa, como a luxúria que trabalha dia e noite sem parar, pois faz questão de estar presente. Outras, porém, tem o peso de uma tonelada, e passam devagar, com detalhes fisícos explicítos e eram carregados, geralmente, pelo amor. Que, diga-se de passagem, é um ótimo carregador mas cobra muito caro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Passado o movimento nostálgico da frustação, o moço encaminhava-se para o bar com o intuito de beber todas as suas verdes águas ardentes que pareciam esperar o seu mais fervoroso fã.   A barraca era um pouco mais elevada que as outras, lá era possível sentir o vento de uma forma mais consistente e ter uma visão melhor do arco-íris que se formava naquele fim de tarde. Não porque era aquele dia, mas porque havia chovido lá, e o sol veio logo em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Depois ia sempre beber debaixo dos coqueirais que para ele eram responsáveis por uma paz a qual ele não conseguia exprimir em palavras. O que ele não sabia é que não eram os coqueiros os responsáveis, mas sua falta de sobriedade que começava a gritar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O sol se punha e com ele todo o desejo do inédito que o moço sempre esperava. Suas expectativas eram ofuscadas pela ambiguidade do lugar, que representava seu mais claro gozo de medo: o de nunca conseguir sair de Itapoã.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4368207649870240529-417947911542150659?l=tortabanha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tortabanha.blogspot.com/feeds/417947911542150659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4368207649870240529&amp;postID=417947911542150659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/417947911542150659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/417947911542150659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tortabanha.blogspot.com/2008/03/l-em-itapo.html' title='Lá em Itapoã'/><author><name>Vinicius Lacerda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05029861405292145108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_kVuBRTKXkmA/R6moGbm7-wI/AAAAAAAAABk/82GQ8MhLLsM/S220/vinny09.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368207649870240529.post-6570938312582516395</id><published>2008-01-02T16:20:00.001-08:00</published><updated>2008-01-02T16:47:36.257-08:00</updated><title type='text'>Ensaio "A morte de Ivan Ilicht"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RBAJZSIT-Cw/RdyI5Gs4THI/AAAAAAAAABI/XF5riu6A-Lg/s320/ivan+ilitch.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 177px; height: 241px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RBAJZSIT-Cw/RdyI5Gs4THI/AAAAAAAAABI/XF5riu6A-Lg/s320/ivan+ilitch.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Livro: A morte de Ivan Ilich&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Autor: Leon Tolstoi&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ano: 1889&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Coleção L&amp;amp;PM Pocket: 1997&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sinceramente não sei o que faço com a literatura! A infinidade de títulos essenciais para leitura, como disse, é infinita. Sempre há alguém que comenta que leu tal livro e que é muito bom, profundo, etc. E naquele momento, a vontade de ler aquela indicação é enorme. Pensar em permear um outro universo montando exclusivamente com a pretensão enriquecer, de alguma forma, o leitor. Ou seja, quando você lê um livro, aquele autor está escrevendo para você. O problema que ler um livro hoje é uma raridade, alguns não lêem porque não gostam, outros não lêem porque não sabem como fazê-lo, mas a pior sensação é não ler por não ter tempo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;        É por isto que se deve ficar feliz quando você tem a obrigação de ler um livro para a faculdade, por exemplo. Assim você acaba encaixando a leitura em seu tempo, pois neste momento um bem básico entra em ação: a necessidade. Seja por necessidade seja por prazer a literatura russa, desde o século XVII, tem como peculiaridade tragédias que geram uma real percepção da sociedade. Não seria diferente com um clássico como a &lt;i style=""&gt;A morte de Ivan Ilitch, &lt;/i&gt;que comecei a ler pelo dever e prossegui e terminei com deleite.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O título de já desmistifica uma suposta tentativa do autor de surpreender o leitor. A linguagem utilizada por um narrador onisciente é moldada por este autor de renome mundial: Conde Leon Nikolaievitch Tolstoi (1828-1920). Esse, em sua novela &lt;i style=""&gt;A morte de Ivan Ilictch, &lt;/i&gt;faz mão de sua genialidade e utiliza da consternação e a dor de um burocrata anódino com o intuito de retratar com destreza e peculiaridade a dor que permeia os a morte, destino certo de todos nós. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;        A narrativa de é feita com o recurso de &lt;i style=""&gt;flashback&lt;/i&gt;. A primeira notícia é a que Ivan Ilitch morreu. Em sua casa se passa o funeral. Com um ar trágico e real Tolstoi nos leva a investigar a vida do então Juiz no Tribunal de Relações, através de sua por morte. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;        Em seu funeral estão presentes todos aqueles de fizeram parte de sua vida e/ou também aqueles que tinham alguma intenção maior que velar pelo defunto. De fato, velórios são encobertos por peculiaridades com propósitos egoístas e mesquinhos que todos nós fazemos questão de renegar. Tal fato é claro, principalmente, nas classes burguesas de todo o mundo: há fatos e pensamentos que não devem ser discutidos, caso contrário eles voltarão contra aquilo que lhes dá estrutura, a imagem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;        O livro de Tolstoi se aproxima das características do Jornalismo Literário. Apesar de ainda serem separados pelo atributo de que, mesmo literário, o jornalismo utiliza fatos ficcionais para montar seu discurso. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;        Este modo de fazer jornalismo não segue os padrões tradicionais de reportagem como o lead ou a linguagem objetiva usada para os jornais de noticias diário. No jornalismo literário existe uma preocupação com a construção cena a cena do fato narrado. No livro de Tolstoi pode-se notar que todos os lugares aos quais Ivan Ilitch passou, até chegar a seu leito de morte no quarto dos fundos de sua própria casa,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;são descritos de maneira que o leitor possa imaginá-los e assim compor de forma mais consistente o entrelace de cenas e de fatos que rodeiam a história. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;        Há ainda o uso de diálogos que são pertinentes tanto a obra quando ao fazer jornalístico literário que tornam a leitura mais prazerosa e menos cansativa. Desta maneira, os autores/jornalistas conseguem, além dos últimos dois fatores citados, um maior poder de persuasão. Além disto, o uso de diálogos gera maior profundidade para os personagens. Na obra, é fácil notar os maneirismos e qualidades do personagem principal através de sua fala com sua esposa nas diferentes fases que sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;        Outro fator que enriquece a narrativa é o uso constante da descrição de gestos e sensações, desta maneira, o autor consegue levar seu leitor para mais próximo dos personagens. Este fator Wolfe denomina como &lt;/span&gt;&lt;span class="tres1"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;“status da vida” (Wolfe, 1976, p.51). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="tres1"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;        Todos estes fatores estão diretamente relacionados com o estilo literário presente na obra, o realismo. Surgido para combater a formalidade e as hipérboles do romantismo, o realismo literário como estrutura relatar o ser humano em sua totalidade e sem distorções.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="tres1"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;        Além disso, o textos realistas apresentam-se de forma direta sem prolixidade, mostra certa frieza quanto as relações amorosas e leva em consideração três segmentos que fazem parte da construção dos personagens: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a hereditariedade (que explica as tendências, os caracteres e as patologias), o meio (capaz de determinar o comportamento) e o momento histórico (responsável pelas ideologias). &lt;/span&gt;&lt;span class="tres1"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="tres1"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;        Ainda Tolstoi explicita que a dualidade que é intrínseca ao homem moderno tem termino concretizado quando esse homem se depara com a morte. Ivan Ilitch expõe toda a frustração ao mostra-se insatisfeito com seu fim, por sua vez demonstra toda sua amargura que, na verdade, é o véu exposto de seu medo perante seu fim. Com diria o filosofo Guatarri a subjetividade é um constante processo o qual está exposto a todo as forças externas ao sujeito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="tres1"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;        Ao mesmo tempo vê-se que não há derrotas e nem méritos adquiridos ao longo dos anos sejam fatos de salvação da brutalidade perene que é a morte anunciada. Ilitch sofre, geme, briga e sonha. Independente das mais terríveis sensações de dor e angústia ele ousava sonhar, pois afinal de contas era a única que coisa que lhe trazia um pouco de prazer dada à conjuntura. Existe uma velha história grega que conta que a última e pior peste que saiu da caixa de Pandora e infectou o homem, foi a esperança. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="tres1"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;        Uma excelente novela que retrata não só a sociedade burguesa da Rússia no século XVII, mas, fundamentalmente, o desespero do ser humano perante o desconhecido e inevitável. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; line-height: 150%;font-family:arial;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;" class="tres1"  &gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:85%;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4368207649870240529-6570938312582516395?l=tortabanha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tortabanha.blogspot.com/feeds/6570938312582516395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4368207649870240529&amp;postID=6570938312582516395' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/6570938312582516395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368207649870240529/posts/default/6570938312582516395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tortabanha.blogspot.com/2008/01/ensaio-morte-de-ivan-ilicht.html' title='Ensaio &quot;A morte de Ivan Ilicht&quot;'/><author><name>Vinicius Lacerda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05029861405292145108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_kVuBRTKXkmA/R6moGbm7-wI/AAAAAAAAABk/82GQ8MhLLsM/S220/vinny09.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_RBAJZSIT-Cw/RdyI5Gs4THI/AAAAAAAAABI/XF5riu6A-Lg/s72-c/ivan+ilitch.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
